<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2691694887437220388</id><updated>2009-10-20T15:56:34.567-07:00</updated><title type='text'>ETAR *</title><subtitle type='html'>Quais as medidas a tomar para tornar as Águas Residuais Domésticas mais limpas ?</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://etar-g6.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2691694887437220388/posts/default'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://etar-g6.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>ETAR</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09916380394082915324</uri><email>noreply@blogger.com</email></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>13</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2691694887437220388.post-2675930334404372348</id><published>2009-03-19T14:11:00.000-07:00</published><updated>2009-03-19T14:21:24.432-07:00</updated><title type='text'>Doenças provocadas por água contaminada</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6c82b5;"&gt;&lt;span style="color:#ffff00;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6c82b5;"&gt;&lt;span style="color:#ffff00;"&gt;Cólera&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;O que é&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6c82b5;"&gt;&lt;br /&gt;Doença intestinal infecciosa causada pela toxina do vibrião colérico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;Como se adquire&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6c82b5;"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Através da ingestão de água ou alimentos contaminados por fezes ou vómitos de doentes ou portadores. O reservatório principal é o homem, mas estudos recentes sugerem a existência em frutos do mar. O período de incubação varia de horas até cinco dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;O que se sente&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6c82b5;"&gt;&lt;br /&gt;Inicialmente, surge diarreia aquosa em grande quantidade, com ou sem vómitos, dor abdominal, cãibras; se não tratado prontamente, pode haver piora do quadro com desidratação severa, choque e diminuição da função renal. O leite materno protege as crianças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;Como se faz o diagnóstico&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6c82b5;"&gt;&lt;br /&gt;O diagnóstico se faz essencialmente pela história clínica do paciente além de observar se ele é proveniente de áreas em que ocorreram outros casos. O exame de fezes detecta o vibrião e confirma o diagnóstico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;Como se trata&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6c82b5;"&gt;&lt;br /&gt;Através de hidratação oral, endovenosa (soro), e antibióticos específicos. Os pacientes mais graves devem ser cuidadosamente acompanhados devido à possibilidade de intensa desidratação, evitando assim outras complicações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;Como se previne&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color:#6c82b5;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Existem medidas colectivas que previnem a cólera:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;·Oferta de água potável em boa quantidade e qualidade&lt;br /&gt;·Destino e tratamento de esgotos&lt;br /&gt;·Destino e colecta adequada do lixo&lt;br /&gt;·Manejo adequado dos cadáveres&lt;br /&gt;·Controle dos portos, aeroportos e rodoviárias&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A higiene dos alimentos, a lavagem vigorosa das mãos e outros procedimentos básicos de higiene contribuem para a prevenção.&lt;br /&gt;Nos casos de pacientes hospitalizados, deve haver isolamento dos mesmos com processamento das roupas, fezes e vómitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffff00;"&gt;Amebíase&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;O que é&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;É uma infecção por parasita ou protozoário que acomete o homem podendo ficar restrita ao intestino, tendo como principal sintoma a diarreia, ou não causando febre e sintomas diferentes dependendo do órgão “invadido”. Mais frequentemente o órgão preferencial a ser comprometido é o fígado. O agente causal é a Entamoeba hystolitica. Este parasita infecta aproximadamente 1% da população mundial, principalmente a população pobre de países em desenvolvimento. Recentemente identificou-se um parasita com a mesma forma da Entamoeba hystolitica que não causa doença (Entamoeba dispar). Isto é importante porque o achado da ameba nas fezes de um indivíduo não necessariamente caracteriza amebíase. A E. dispar não é causadora de doença e a hystolitica pode estar presente no indivíduo e não causar doença. A diferenciação de uma para a outra é feita por exames de laboratório e raramente se mostra relevante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;Como se adquire&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Através da ingestão de alimentos ou água contaminada com matéria fecal contaminada com os cistos da Entamoeba. Pode-se adquirir de outras formas, mas são bem menos frequentes e estão restritas praticamente a pessoas com a imunidade comprometida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;O que se sente&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Os sintomas das pessoas com amebíase vão desde a diarreia com cólicas e aumento dos sons intestinais até a diarreia mais intensa com perda de sangue nas fezes, febre e emagrecimento. Nestes casos ocorre invasão da parede do intestino grosso com inflamação mais intensa e os médicos chamam de colite. Podem ocorrer ulcerações no revestimento interno do intestino grosso, por esta razão o sangramento. Raramente a infecção causa perfuração do intestino, quando ocorre a manifestação é de doença abdominal grave com dor intensa, rigidez e aumento da sensibilidade da parede além de prostração extrema da pessoa afectada. A doença pode apresentar-se de forma mais branda com diarreia intermitente levando muitos anos até surgir um comprometimento do estado geral.&lt;br /&gt;Não muito comumente o protozoário pode penetrar na circulação e formar abcessos (colecções fechadas no interior de algum órgão ou estrutura do corpo) no fígado que causam dor e febre com calafrios. Estes abcessos podem romper-se para o interior do abdómen ou mesmo do tórax comprometendo as pleuras (camada que reveste os pulmões) ou o pericárdio (camada que reveste o coração). Também raramente podem formar-se tumorações no intestino que se denominam “amebomas”.&lt;br /&gt;As situações de doença extra-intestinal ou invasiva são as que levam aos casos mais extremos que evoluem para a morte do indivíduo infectado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;Como se faz o diagnóstico&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O exame de fezes detecta o parasita com alguma facilidade. A forma mais invasiva depende do que os médicos chamam de exames de imagem (tomografia computadorizada, ecografia ou ressonância magnética). Algumas vezes para confirmação diagnóstica, além do exame de imagem os médicos usam agulhas finas para puncionar os abcessos. Nas formas mais invasivas, quando o diagnóstico não for possível por identificação do cisto utiliza-se exames de sangue para a detecção da presença de anticorpos contra o parasita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;Como se trata&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A droga mais utilizada pelos médicos é um anti microbiano com nome de metronidazol, mas existem outros com uso recomendado para circunstâncias específicas. O tempo de tratamento pode variar conforme o comprometimento da pessoa. As vezes, quando houver a formação de abcessos hepáticos pode ser necessário aspirá-los com agulha para diagnóstico ou tratamento, muito raramente estes casos irão a cirurgia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;Como se previne&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A contaminação fecal dos alimentos e da água é a principal causa de tal infecção. Como na maioria das parasitoses intestinais as medidas de saneamento básico como tratamento da água e esgotos são decisivas na prevenção desta doença.&lt;br /&gt;Os alimentos mais frequentemente contaminados são os vegetais cultivados junto ao solo. A higiene destes alimentos crus deve ser rigorosa com detergentes potentes seguido de imersão em solução de vinagre ou ácido acético por 10 a 15 minutos. A água somente após ser fervida fica totalmente livre destes protozoários.&lt;br /&gt;O tratamento adequado destes pacientes ajuda a eliminar fontes de propagação da doença, principalmente na zona rural onde a água tratada não é sempre disponível.&lt;br /&gt;Os hábitos gerais de higiene como lavar as mãos após o uso do sanitário são medidas de educação que com certeza contribuem na prevenção. A fiscalização dos prestadores de serviços na área de alimentos pela vigilância sanitária é de suma importância.&lt;br /&gt;Recentemente a possibilidade de vacina para um futuro não muito distante mostrou-se viável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffff00;"&gt;Hepatite A&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;O que é&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;É uma inflamação do fígado (hepatite) causada por um vírus chamado Vírus da Hepatite A (HAV). Pelo seu modo de transmissão, esse tipo de hepatite é típico de áreas menos desenvolvidas, com más condições de higiene e falta de saneamento básico. Nesses locais, incluindo a maior parte do Brasil, predomina em crianças pequenas (2 à 6 anos), porém, indivíduos que não tiveram a doença quando crianças, podem adquiri-la em qualquer idade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;Como se adquire&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ocorre pela via chamada fecal-oral, na maioria das vezes com fezes de pacientes contaminando a água de consumo e os alimentos. Pode ocorrer também entre pessoas que utilizam piscinas com água mal tratada e compartilham toalhas e lençóis imperceptivelmente contaminados por fezes, por exemplo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;O que se sente e como se desenvolve&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Os sintomas iniciais são variáveis, podendo ocorrer mau estar generalizado, dores no corpo, dor na parte direita superior do abdómen, dor de cabeça, cansaço fácil, falta de apetite e febre.&lt;br /&gt;Após, surgem, tipicamente, a coloração amarelada da mucosa e da pele, a icterícia.&lt;br /&gt;A urina fica escura, amarronzada, semelhante a chá forte ou coca-cola, e, as vezes, referida como avermelhada. As fezes claras podem ficar tão claras quanto massa de vidraceiro.&lt;br /&gt;Uma coceira pelo corpo (prurido) sucedida por marcas de coçadura e não antecedidas por lesões de pele ocorre em alguns casos.&lt;br /&gt;A evolução geralmente é benigna, com alívio dos sintomas em 2 a 3 semanas.&lt;br /&gt;A resolução total e cura ocorrem em torno de 2 meses.&lt;br /&gt;Durante a recuperação pode haver uma ou duas recaídas dos sintomas e das alterações dos exames, o que não prejudica a recuperação total do paciente.&lt;br /&gt;Excepcionalmente, em menos de 1% dos casos, acontece a evolução pela forma fulminante, na qual há rápida perda da função do fígado, colocando o paciente em grande risco de vida.&lt;br /&gt;Não existe forma crónica de Hepatite A, ou seja, excepto os poucos casos fatais associados à forma fulminante, o paciente fica curado, sem sequelas e imunizado contra futuras exposições ao vírus. Cabe mencionar que muitas pessoas não apresentam sintomas e só descobrem que tiveram a doença por exames de sangue casuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;Como o médico faz o diagnóstico&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Juntando as queixas e os achados do exame clínico, o médico suspeita do diagnóstico que é confirmado por exames de sangue onde se detectam alterações hepáticas e anticorpos da fase aguda da doença pelo vírus da Hepatite A.&lt;br /&gt;Alguns resultados desses exames iniciais e de seus controles podem revelar uma tendência para a forma de evolução desfavorável, a forma fulminante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;Como se trata&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Não há medicação específica. Quando necessário, usam-se remédios contra enjoo, dor e febre.&lt;br /&gt;Repouso estrito não é necessário, cabendo ao paciente respeitar os limites conforme sua tolerância.&lt;br /&gt;Não cabem restrições alimentares, a comida pode ser normal.&lt;br /&gt;Certas pessoas, devido ao mau estar e à náusea, não conseguem manter uma ingestão mínima de água e alimentos, necessitando de hidratação intravenosa.&lt;br /&gt;Os raros casos de Hepatite A fulminante podem necessitar de transplante de fígado como única forma de tratamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;Como se previne&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O vírus A é eliminado pelas fezes na fase de incubação e nos primeiros 10 dias de icterícia. As fezes contaminam as águas que, se não tratadas, ao serem usadas para lavar alimentos, utensílios e para o próprio banho levam a doença a novos indivíduos.&lt;br /&gt;É importante portanto, o uso de água tratada ou fervida para fins alimentares, além de seguir recomendações quanto a proibição de banhos em locais com água contaminada e o uso de desinfectantes em piscinas.&lt;br /&gt;Indivíduos expostos ao vírus da Hepatite A, há menos de 15 dias e ainda sem sintomas, podem ser tratados com injecção de anticorpos (imunoglobulina), tentando prevenir ou amenizar a doença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;Vacinas&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A vacina para Hepatite A é recomendável para todas crianças a partir de 1 ano de idade e para pessoas que viajam para áreas onde a Hepatite A é muito frequente, como o norte do Brasil e países tropicais subdesenvolvidos. Grupos de alto risco como crianças e adultos que vivem em creches, asilos ou prisões, homo e bissexuais, usuários de drogas injectáveis ou não, pacientes com doença hepática crónica, aqueles com AIDS ou doenças da coagulação também devem ser vacinados.&lt;br /&gt;A aplicação da vacina é útil em profissionais da área da saúde com potencial contacto com pacientes ou material contaminado.&lt;br /&gt;Trabalhadores da indústria alimentícia, uma vez vacinados, evitam a transmissão do vírus através dos alimentos que preparam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffff00;"&gt;Febre tifóide&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;O que é&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A febre tifóide é uma doença infecciosa potencialmente grave, causada por uma bactéria, a Salmonella typhi. Caracteriza-se por febre prolongada, alterações do trânsito intestinal, aumento de vísceras como o fígado e o baço e, se não tratada, confusão mental progressiva, podendo levar ao óbito. A transmissão ocorre principalmente através da ingestão de água e de alimentos contaminados. A doença tem distribuição mundial, sendo mais frequente nos países em desenvolvimento, onde as condições de saneamento básico são inexistentes ou inadequadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;Transmissão&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A S. typhi causa infecção exclusivamente nos seres humanos. A principal forma de transmissão é a ingestão de água ou de alimentos contaminados com fezes humanas ou, menos frequentemente, com urina contendo a S. typhi. Mais raramente, pode ser transmitida pelo contacto directo (mão-boca) com fezes, urina, secreção respiratória, vómito ou pus proveniente de um indivíduo infectado.&lt;br /&gt;A acidez gástrica é o primeiro mecanismo de defesa do organismo contra a S. typhi. Quando consegue resistir à acidez do estômago, a S. typhi chega ao intestino delgado, onde compete com as bactérias da microbiota normal do intestino. Se sobreviver, a S. typhi invade a parede intestinal e alcança a circulação sanguínea. A presença da bactéria no sangue determina o início dos sintomas. A S. typhi pode invadir qualquer órgão e multiplicar-se no interior de células de defesa (células fagocíticas mononucleares), sendo mais frequente o acometimento do fígado, baço, medula óssea, vesícula e intestino (íleo terminal). O tempo entre a exposição e o início dos sintomas (período de incubação) pode variar de 3 a 60 dias, ficando entre 7 e 14 dias na maioria das vezes. A infecção pode não resultar em adoecimento.&lt;br /&gt;Uma pessoa infectada elimina a S. typhi nas fezes e na urina, independente de apresentar ou não as manifestações clínicas. O tratamento adequado diminui o tempo de eliminação da bactéria nas excreções humanas, que pode ser de até três meses em indivíduos não tratados. Cerca de 2 a 5% das pessoas, mesmo quando tratadas, tornam-se portadoras crónicas, o que é particularmente mais comum em menores de 5 anos, idosos e mulheres com patologias biliares. Os portadores crónicos podem eliminar a S. typhi nas fezes até por mais de um ano, tendo importância na manutenção da transmissão da doença.&lt;br /&gt;Em geral, a água contaminada tem uma baixa concentração de bactérias, resultando numa taxa de infecção menor entre os expostos e, naqueles em que a infecção se desenvolve, o tempo de incubação é habitualmente mais prolongado. A S. typhi pode sobreviver em águas poluídas por até 4 semanas e é resistente ao congelamento. Não resiste, entretanto, a temperaturas maiores que 57º C, nem ao tratamento adequado da água com cloro ou iodo.&lt;br /&gt;Os alimentos podem ser contaminados directamente pela água utilizada para lavá-los ou prepará-los, através de mãos não adequadamente limpas de portadores crónicos e, mais raramente, pela exposição aos insectos (como moscas). Embora a concentração inicial de bactérias nos alimentos recém-contaminados possa ser insuficiente para causar doença humana, sob condições ambientais favoráveis ocorre significativa multiplicação bacteriana, resultando em grandes inóculos por ocasião da ingestão.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2691694887437220388-2675930334404372348?l=etar-g6.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://etar-g6.blogspot.com/feeds/2675930334404372348/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=2691694887437220388&amp;postID=2675930334404372348' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2691694887437220388/posts/default/2675930334404372348'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2691694887437220388/posts/default/2675930334404372348'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://etar-g6.blogspot.com/2009/03/doencas-provocadas-por-agua-contaminada.html' title='Doenças provocadas por água contaminada'/><author><name>ETAR</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09916380394082915324</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='02433596491081938070'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2691694887437220388.post-6178520756256948792</id><published>2009-03-19T14:03:00.000-07:00</published><updated>2009-03-19T14:10:37.379-07:00</updated><title type='text'>Fases de tratamento das águas residuais</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6c82b5;"&gt;Uma Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) é certamente o destino mais adequado à promoção da saúde pública e à preservação dos recursos hídricos, de modo a evitar a sua contaminação. Assim, as ETAR têm como objectivo o tratamento final das águas residuais produzidas pelas populações, permitindo uma possível reutilização destas, através de um processo longo e faseado.&lt;br /&gt;O tratamento de águas residuais numa ETAR deve consistir em quatro fases, designadas tratamento preliminar, primário, secundário e terciário. O tratamento terciário torna-se indispensável no caso do meio receptor onde é efectuada a descarga de água residual tratada ser um meio sensível, isto é, sujeito a eutrofização (enriquecimento excessivo de algas devido à introdução de nutrientes - azoto e fósforo - provenientes da água residual), necessitando então que seja efectuada a remoção de nutrientes da água residual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O &lt;span style="color:#999999;"&gt;Tratamento Preliminar&lt;/span&gt; consiste na primeira fase do tratamento de águas residuais, compreendendo a obra de entrada. A obra de entrada é, ou deverá ser, constituída por duas grades (gradagem), um desarenador (desarenação), um desengordurador (desengorduramento) e um canal Parshall.&lt;br /&gt;A operação unitária de gradagem tem o objectivo de remover sólidos grosseiros, flutuantes e sedimentáveis, de maiores dimensões que as aberturas dos equipamentos utilizados (grades), impedindo ainda a flutuação de detritos nos órgãos a jusante (decantadores), o entupimento de canalizações e o desgaste ou bloqueamento de equipamentos mecânicos. As operações unitárias de desarenação e desengorduramento têm como finalidade remover as areias e gorduras existentes na água residual, respectivamente. A instalação de um descarregador tipo Parshall permite controlar a velocidade a montante, sendo uma das formas mais utilizadas em ETAR para criar mistura hidráulica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Contrastando com os antecedentes, o &lt;span style="color:#999999;"&gt;Tratamento Secundário&lt;/span&gt; tem à sua disposição várias tecnologias que funcionam sobre princípios semelhantes, destacando-se os sistemas aeróbios intensivos, quer por biomassa (microrganismos) suspensa (lamas activadas), quer por biomassa fixa (leitos percoladores e biodiscos ou discos biológicos), e os sistemas aquáticos por biomassa suspensa – lagunagem.&lt;br /&gt;No sistema de leitos percoladores, após o tratamento preliminar, o efluente passa pelo decantador primário até chegar ao leito percolador de enchimento variável. Aqui o efluente entra num distribuidor rotativo e vai criar no leito um filme biológico constituído por um aglomerado de bactérias que fazem a decomposição da matéria orgânica. Quando o efluente é escoado pode ser feita a recirculação em torno do leito percolador ou a descarga no meio receptor. No entanto, a recirculação deve ser feita de preferência a partir do efluente tratado do decantador secundário, pois neste caso a matéria orgânica encontra-se diluída e, por conseguinte, não ocorre o risco de o leito percolador sofrer colmatação dos espaços vazios de enchimento.&lt;br /&gt;No sistema de lamas activadas é semelhante. O efluente do tratamento preliminar é encaminhado para o decantador primário, seguindo para o tanque de arejamento, geralmente com recirculação permanente. O efluente é então conduzido para o decantador secundário e a partir daí parte do efluente é descarregado numa linha de água e outra parte constitui a recirculação ao tanque de arejamento. A eficiência do tratamento é optimizada no caso da recirculação de lamas para o tanque de arejamento ser efectuada do fundo do decantador secundário, pois a matéria orgânica encontra-se concentrada e, assim, aumenta a concentração de biomassa no tanque de arejamento, possibilitando aos microrganismos uma nova oportunidade para degradarem o substrato (matéria orgânica).&lt;br /&gt;O processo de injecção de ar ou oxigénio puro para misturar a lama a tratar com a água residual e fornecer o oxigénio suficiente para os microrganismos degradarem os compostos orgânicos é conhecido como arejamento. A adição de oxigénio é também importante como meio de remoção de alguns poluentes como ferro, manganês e dióxido de carbono, assim como na oxidação química, eliminando compostos orgânicos que resistem aos processos biológicos. Serve também como meio de repor os níveis de oxigénio na água residual antes de rejeitá-la para o meio receptor.&lt;br /&gt;Os biodiscos ou discos biológicos são a evolução natural dos leitos percoladores. Trata-se de um sistema que recorre também a processos biológicos aeróbios de degradação da matéria orgânica, em filme fixo, à semelhança dos leitos percoladores. O filme está preso ao disco mas como é preciso uma grande área de contacto, juntam-se vários discos paralelos de reduzida espessura, com rugosidade, para permitir uma maior aderência dos microrganismos. Os discos mergulham parcialmente num canalete com água residual, enquanto giram, o que garante que os microrganismos estão alternadamente em contacto com o ar e com matéria orgânica.&lt;br /&gt;A lagunagem é, de todos os processos, o que mais se aproxima da simulação das condições naturais. A água residual atravessa uma série de lagoas (anaeróbias, facultativas, maturação – remoção de organismos patogénicos), onde os processos são idênticos aos que se dão nos meios aeróbios e anaeróbios. As lagoas arejadas são uma técnica intermédia que conjuga características da lagunagem e das lamas activadas. No entanto, a técnica de lagunagem não é muito utilizada, o que talvez se explique pelo facto de necessitar de grandes áreas e de estar muito dependente das condições naturais, “fugindo” ao controlo humano, além da emissão de odores. Como vantagens há a referir a simplicidade e economia da construção e manutenção da unidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A opção de &lt;span style="color:#999999;"&gt;Tratamento Terciário&lt;/span&gt;, em que as águas residuais sofrem um tratamento de desinfecção e controlo de nutrientes, aparece no contexto do saneamento básico em Portugal como um “luxo”, dado as carências de tratamento a níveis mais básicos. Entre as opções de desinfecção, aplicadas principalmente quando se pretende a reutilização das águas residuais, contam-se geralmente três tecnologias básicas: cloro, ozono e canal de ultravioletas (U.V.).&lt;br /&gt;A cloragem é o sistema de desinfecção mais vulgar, sendo também o mais económico. Implacável com as bactérias, este método é, porém, bastante ineficaz na eliminação dos vírus e os resíduos da cloragem permanecem na corrente filtrada, com graves inconvenientes ambientais e de saúde pública. Semelhantes desvantagens, embora a uma escala menor, apresenta a desinfecção por ozono, mais onerosa que a cloragem. O ozono não se mantém muito tempo na água, no entanto, formam-se no processo subprodutos contaminantes que se mantêm na água tratada. Finalmente, o sistema de desinfecção por ultravioletas, igualmente mais oneroso que a cloragem, é uma tecnologia mais recente que não produz quaisquer resíduos tóxicos e obtém óptimos resultados na destruição de vírus e bactérias, apresentando-se a solução mais adequada para um tratamento terciário.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2691694887437220388-6178520756256948792?l=etar-g6.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://etar-g6.blogspot.com/feeds/6178520756256948792/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=2691694887437220388&amp;postID=6178520756256948792' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2691694887437220388/posts/default/6178520756256948792'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2691694887437220388/posts/default/6178520756256948792'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://etar-g6.blogspot.com/2009/03/fases-de-tratamento-das-aguas-residuais.html' title='Fases de tratamento das águas residuais'/><author><name>ETAR</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09916380394082915324</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='02433596491081938070'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2691694887437220388.post-5077647708322715154</id><published>2009-03-19T13:48:00.000-07:00</published><updated>2009-03-19T14:02:02.496-07:00</updated><title type='text'>Sistemas de tratamento</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6c82b5;"&gt;Existem dois tipos diferentes de sistemas para tratar as águas residuais. Eles são:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;        FITO-ETAR’s –&lt;/span&gt; Lagoas de Tratamento de Águas Residuais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;        ETAR’s –&lt;/span&gt; Estações de Tratamento de Águas Residuais&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffff00;"&gt;Fito-ETAR’s – Lagoas de tratamento de Águas Residuais&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As Lagoas de Tratamento de Águas Residuais (FITO-ETAR'S) são sistemas completamente naturais cuja função consiste no tratamento de efluentes líquidos. Nestas lagoas desenvolvem-se complexos mecanismos de interacção entre o Efluente e o Sistema Radicular das Plantas Macrófitas, que as constituem, e os milhões de microorganismos que encontram ali condições ideais para o seu perfeito desenvolvimento. São estes microorganismos específicos de cada tipo de plantas, os principais responsáveis pelo tratamento natural dos efluentes.&lt;br /&gt;Estas lagoas não são mais do que Sistemas Biológicos constituídos por plantas macrófitas do género canizeas, tifáceas e juncos. Estas plantas assentam num substrato à base de pedra, gravilha, areia e terra vegetal. Como forma de evitar possíveis infiltrações, recorre-se a telas impermeabilizantes, cuja espessura pode variar. Nalguns casos pode também recorrer-se a argilas compactadas, embora esta técnica não garanta impermeabilizações tão eficazes quanto as telas sintéticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;Vantagens&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estes sistemas naturais apresentam inúmeras vantagens que na sua fase de concepção, quer durante a sua exploração. Assim estas FITO-ETAR's apresentam: &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6c82b5;"&gt;        · Baixo custo de tratamento;&lt;br /&gt;        · Manutenção mínima;&lt;br /&gt;        · Total aproveitamento do efluente para fins agrícolas ou outros;&lt;br /&gt;        · Não emite cheiros;&lt;br /&gt;        · Boa adaptação à variação de caudais;&lt;br /&gt;        · Não necessita aditivos químicos;&lt;br /&gt;        · Cumpre os parâmetros da nova Lei da Água (D.L. 236/98, 1 de Agosto);&lt;br /&gt;        · Boa adaptação ao nosso clima;&lt;br /&gt;        · Não necessitam de aditivos químicos;&lt;br /&gt;        · Elevada eficiência no tratamento de CBO5, sólidos em suspensão e coliformes fecais;&lt;br /&gt;        · Removem grandes quantidades de compostos azotados e fósforo;&lt;br /&gt;        · Proporcionam bom enquadramento paisagístico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Principais Vantagens&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;IMPLANTAÇÃO&lt;/span&gt; – Encargos diminutos quando comparados com os sistemas mecânicos de tratamento;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;MANUTENÇÃO&lt;/span&gt; – Custos quase nulos já que não há recurso a consumos energéticos, requerendo apenas análises periódicas aos efluentes e cortes ocasionais da massa vegetal;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;DURAÇÃO&lt;/span&gt; – Há registos de lagoas de plantas cuja longevidade ultrapassou os 100 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;Desvantagens&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        · Necessitam de maiores áreas que os sistemas convencionais;&lt;br /&gt;        · Atingem as condições óptimas de funcionamento 2 ou 3 anos após a sua implementação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;Aplicações&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estas estruturas apresentam-se muito vantajosas para situações generalistas de tratamento de efluentes de diversas proveniências. Actualmente já existem no país dezenas de FITO-ETAR's com eficácia comprovada, beneficiando milhares de pessoas. Estes sistemas são ambientalmente correctos e são cada vez mais a melhor solução para o tratamento de efluentes dos mais diversos sectores:&lt;br /&gt;        · Pequenos aglomerados populacionais;&lt;br /&gt;        · Indústria (lagares de azeite, suiniculturas, transformação de produtos de cortiça;&lt;br /&gt;        · Aldeamentos turísticos;&lt;br /&gt;        · Tratamentos terciários de ETAR’s;&lt;br /&gt;        · Tratamento de lamas;&lt;br /&gt;        · Autarquias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffff00;"&gt;ETAR’s – Estações de Tratamento de Águas Residuais&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As águas residuais provenientes de efluentes domésticos e industriais são tratadas nas ETAR – Estações de Tratamento de Águas Residuais. Nestas estações, as águas residuais são sujeitas a tratamentos que removem os poluentes e o efluente final é devolvido ao ambiente.&lt;br /&gt;As ETAR recebem os esgotos, dos quais retiram lamas que, após tratamento físico-químico e biológico, podem ser utilizadas na produção de fertilizantes. A água depurada pode ser utilizada na agricultura ou lançada nos rios ou no mar sem causar problemas ambientais.&lt;br /&gt;O tratamento das águas residuais é de extrema importância porque os rios e lagos são o destino de enormes quantidades de efluentes domésticos e industriais, que se não forem tratados podem destruir os ecossistemas ribeirinhos e impossibilitar a utilização dessas águas para consumo humano.&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2691694887437220388-5077647708322715154?l=etar-g6.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://etar-g6.blogspot.com/feeds/5077647708322715154/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=2691694887437220388&amp;postID=5077647708322715154' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2691694887437220388/posts/default/5077647708322715154'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2691694887437220388/posts/default/5077647708322715154'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://etar-g6.blogspot.com/2009/03/sistemas-de-tratamento.html' title='Sistemas de tratamento'/><author><name>ETAR</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09916380394082915324</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='02433596491081938070'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2691694887437220388.post-5971957169318319387</id><published>2009-03-19T13:42:00.000-07:00</published><updated>2009-03-19T13:47:38.626-07:00</updated><title type='text'>Tratamento de Águas Residuais</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6c82b5;"&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;Tipos de águas residuais&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem dois grandes tipos de águas residuais: as domésticas e as industriais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Águas Residuais Domésticas:&lt;/span&gt; resultantes da actividade habitacional. Dentro deste tipo de classe pode-se ainda considerar:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;Águas Residuais Turísticas&lt;/em&gt;, com características sazonais, podem apresentar menor ou maior carga poluente conforme provêm de estabelecimentos hoteleiros isolados ou de complexos turísticos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;- Águas Residuais Pluviais&lt;/em&gt;, provenientes da precipitação atmosférica. A sua carga poluente pode ser muito superior à das águas residuais domésticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Águas Residuais Industriais:&lt;/span&gt; Provenientes das descargas de diversos estabelecimentos. Por exemplo: águas residuais pecuárias, de aviários, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deve ainda considerar-se as resultantes da mistura de águas residuais domésticas com industriais e/ou pluviais – as &lt;em&gt;Águas Residuais Urbanas&lt;/em&gt;.&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2691694887437220388-5971957169318319387?l=etar-g6.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://etar-g6.blogspot.com/feeds/5971957169318319387/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=2691694887437220388&amp;postID=5971957169318319387' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2691694887437220388/posts/default/5971957169318319387'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2691694887437220388/posts/default/5971957169318319387'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://etar-g6.blogspot.com/2009/03/tratamento-de-aguas-residuais.html' title='Tratamento de Águas Residuais'/><author><name>ETAR</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09916380394082915324</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='02433596491081938070'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2691694887437220388.post-8016908628390442633</id><published>2009-01-14T05:10:00.002-08:00</published><updated>2009-03-19T13:40:46.432-07:00</updated><title type='text'>Desinfecção</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6c82b5;"&gt;A desinfecção das águas residuais tratadas objectiva a remoção dos organismos patogénicos. O método de loração também tem contribuido significativamente na redução de odores em estações de tratamento de esgoto. Revelou-se entre os processos artificiais o de menor custo e de elevado grau de eficiência em relação a outros pocessos como a ozonização que é bastante dispendiosa e a radiação ultra-violeta que não é aplicável a qualquer situação.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2691694887437220388-8016908628390442633?l=etar-g6.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://etar-g6.blogspot.com/feeds/8016908628390442633/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=2691694887437220388&amp;postID=8016908628390442633' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2691694887437220388/posts/default/8016908628390442633'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2691694887437220388/posts/default/8016908628390442633'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://etar-g6.blogspot.com/2009/01/desinfeco_14.html' title='Desinfecção'/><author><name>ETAR</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09916380394082915324</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='02433596491081938070'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2691694887437220388.post-3376276194433274166</id><published>2009-01-14T04:37:00.000-08:00</published><updated>2009-01-14T05:09:48.556-08:00</updated><title type='text'>Remoção de Nutrientes</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#6c82b5;"&gt;As águas residuais podem conter altos níveis de nutrientes como nitrogénio e fósforo. A emissão em excesso destes pode levar ao acúmulo de nutrientes, fenômeno chamado de eutrofização, que encoraja o crescimento excessivo (chamado bloom) de algas e cianobactérias (algas azuis). A maior parte destas algas acaba morrendo, porém a decomposição das mesmas por bactérias remove oxigénio da água e a maioria dos peixes morrem. Além disso, algumas espécies de algas produzem toxinas que contaminam as fontes de água potavel (as chamadas cianotoxinas).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#666666;"&gt;&lt;strong&gt;Há diferentes processos para remoção de nitrogénio e fósforo:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#6c82b5;"&gt;A desnitrificação, que requer condições anóxinas (ausência de oxigênio) para que as comunidades biolágicas apropriadas se formem. A desnitrificação é facilitada por um grande número de bactérias. Métodos de filtragem em areia, lagoa de polimento, etc, pode reduzir a quantidade de nitrogénio. O sistema do lodo activado, se bem projectado, também pode reduzir significante parte do nitrogénio; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#6c82b5;"&gt;A remoção de fósforo, que pode ser feita por precipitação química, geralmente com sais de ferro (ex. cloreto férrico) ou alumínio (ex. solfato de alumínio). O lodo químico resultante é dificil de tratar e o uso dos produtos químicos torna-se caro. Apesar disso, a remoção química de fósforo requer equipamentos muito menores que os usados por remoção biológica.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2691694887437220388-3376276194433274166?l=etar-g6.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://etar-g6.blogspot.com/feeds/3376276194433274166/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=2691694887437220388&amp;postID=3376276194433274166' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2691694887437220388/posts/default/3376276194433274166'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2691694887437220388/posts/default/3376276194433274166'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://etar-g6.blogspot.com/2009/01/remoo-de-nutrientes.html' title='Remoção de Nutrientes'/><author><name>ETAR</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09916380394082915324</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='02433596491081938070'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2691694887437220388.post-2867061159602935684</id><published>2008-12-01T14:03:00.000-08:00</published><updated>2008-12-01T14:34:37.540-08:00</updated><title type='text'>Resíduos</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#ffff66;"&gt;Conceito de Resíduo&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#6c82b5;"&gt;Um resíduo é qualquer substância ou objecto de que o ser humano pretende desfazer-se por não lhe reconhecer utilidade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#6c82b5;"&gt;A produção de resíduos é causadora da poluição e tem vindo a aumentar com o desenvolvimento &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;socioeconómico&lt;/span&gt; e tecnológico das sociedades.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffff66;"&gt;Tipos de Resíduos&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#999999;"&gt;Águas Residuais&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#6c82b5;"&gt;Águas que foram utilizadas em actividades domésticas, industriais ou agrícolas e que contém uma grande variedade de resíduos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ffff66;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#ffff66;"&gt;Tratamento de Resíduos&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="color:#ffff66;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#999999;"&gt;Estações de Tratamento de Águas Residuais - ETAR's&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6c82b5;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Nestas estações, as águas residuais são sujeitas a tratamentos que removem os poluentes e o efluente final é devolvido ao ambiente.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#999999;"&gt;Tratamento de águas residuais - fases&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#6c82b5;"&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;Tratamento primário&lt;/span&gt; - processo &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;mecânico&lt;/span&gt; que remove materiais sólidos de grandes dimensões, por filtração, e matéria sólida em suspensão, por &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;decantação&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#6c82b5;"&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;Tratamento secundário&lt;/span&gt; - processo biológico, durante o qual bactérias &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;aeróbias&lt;/span&gt; ou &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;anaeróbias&lt;/span&gt; eliminam até 90% da matéria orgânica dissolvida.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#6c82b5;"&gt;As bactérias &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;decompositoras&lt;/span&gt; podem ser &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;incluídas&lt;/span&gt; em lamas activadas, que são misturadas com as águas resultantes do tratamento primário, ou podem recobrir um leito de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;gravilha&lt;/span&gt; sobre o qual passa a água (tanques de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;percolação&lt;/span&gt;).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#6c82b5;"&gt;Ao tratamento secundário segue-se uma nova &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;decantação&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#6c82b5;"&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;Tratamento&lt;/span&gt; terciário ou avançado&lt;/span&gt; - tratamento físico ou químico destinado a remover poluentes específicos. Nem sempre é utilizado, uma vez que é muito dispendioso.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#6c82b5;"&gt;Antes de ser dissolvida ao ambiente, a água é desinfectada com cloro ou radiações ultravioleta para matar organismos patogénicos eventualmente existentes.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#6c82b5;"&gt;As lamas, que resultam da &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;decantação&lt;/span&gt; nos tratamentos primário e secundário, são sujeitas a compostagem e podem ser usadas como fertilizante.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#999999;"&gt;&lt;span style="color:#6c82b5;"&gt;O &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;biogás&lt;/span&gt;, produzido por bactérias &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;anaeróbias&lt;/span&gt; durante o tratamento &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;secundário&lt;/span&gt; ou a compostagem de lamas, pode ser aproveitado como fonte de energia.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2691694887437220388-2867061159602935684?l=etar-g6.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://etar-g6.blogspot.com/feeds/2867061159602935684/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=2691694887437220388&amp;postID=2867061159602935684' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2691694887437220388/posts/default/2867061159602935684'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2691694887437220388/posts/default/2867061159602935684'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://etar-g6.blogspot.com/2008/12/resduos.html' title='Resíduos'/><author><name>ETAR</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09916380394082915324</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='02433596491081938070'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2691694887437220388.post-8626122142491881285</id><published>2008-12-01T08:53:00.000-08:00</published><updated>2008-12-01T14:02:45.430-08:00</updated><title type='text'>Poluição Aquática</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6c82b5;"&gt;A água é utilizada pelo homem para satisfazer as suas necessidades metabólicas e em quase todas as suas actividades.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6c82b5;"&gt;É um recurso indispensável à existência da vida na Terra.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6c82b5;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6c82b5;"&gt;A poluição da água consiste em qualquer alteração física, química ou biológica da qualidade da água que a torna imprópria para consumo ou causa danos aos organismos vivos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6c82b5;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffff66;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffff66;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffff66;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffff66;"&gt;Principais poluentes: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6c82b5;"&gt;Agentes infecciosos;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6c82b5;"&gt;Matéria orgânica;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6c82b5;"&gt;Produtos químicos orgânicos e inorgânicos;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6c82b5;"&gt;Nutrientes vegetais;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6c82b5;"&gt;Materiais radioactivos;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6c82b5;"&gt;Sedimentos;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6c82b5;"&gt;Calor.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffff66;"&gt;Principais fontes de poluição:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6c82b5;"&gt;Efluentes industriais;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6c82b5;"&gt;Esgotos domésticos e hospitalares;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6c82b5;"&gt;Explorações agrícolas;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6c82b5;"&gt;Minas e centrais energéticas;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6c82b5;"&gt;Erosão e transporte de sedimentos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffff66;"&gt;Alteração da qualidade da Água - Eutrofização&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6c82b5;"&gt;A Eutrofização é um processo com origem natural ou antrópica em que há um aumento de produtividade primária nos ambientes aquáticos devido a algas e outros organismos infestantes, como resultado do enriquecimento da água em nutrientes, nomeadamente azoto e fósforo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;Eutrofização natural&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6c82b5;"&gt;Verifica-se durante a evolução dos ecossistemas, ao longo de grandes períodos de tempo, como parte do processo natural da sucessão ecológica.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;Eutofização cultural&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6c82b5;"&gt;E consequência da acção antrópica e ocorre, geralmente, em lagos e alfufeiras, junto a zonas urbanas ou agrícolas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6c82b5;"&gt;O excesso de nitratos e fosfatos (fertilizantes) na água provocas a proliferação de cianobactérias, algas e jacintos de água. Como consequência, verifica-se uma diminuição da luminosidade e desaparece a vegetação aquática submersa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6c82b5;"&gt;A morte destes organismos e a sua decomposição por bactérias aeróbias reduz a concentração de oxigénio dissolvido. Os peixes e moluscos morrem por asfixia. Proliferam bactérias anaeróbias, que produzem tóxicos com mau cheiro.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;Parâmetros da qualidade das águas&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6c82b5;"&gt;A qualidade da água pode ser avaliada por diferentes parâmetros, de natureza:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6c82b5;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6c82b5;"&gt;Física (cor, turvação, sabor, odor, ...)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6c82b5;"&gt;Química (salinidade, dureza, alcalinidade, sais dissolvidos, ...)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6c82b5;"&gt;Biológica (densidades populacionais de espécies).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;Carência Bioquímica de Oxigénio (CBO)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6c82b5;"&gt;Quantidade de oxigénio dissolvido necessário para a decomposição dos materiais orgânicos presentes num certo volume de água.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6c82b5;"&gt;É um indicador de quantidade de matéria orgânica biodegradável presente na água.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6c82b5;"&gt;Quanto maior a concentração de matéria orgânica presente na água, maior será a quantidade de oxigénio utilizada pelos decompositores.&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2691694887437220388-8626122142491881285?l=etar-g6.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://etar-g6.blogspot.com/feeds/8626122142491881285/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=2691694887437220388&amp;postID=8626122142491881285' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2691694887437220388/posts/default/8626122142491881285'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2691694887437220388/posts/default/8626122142491881285'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://etar-g6.blogspot.com/2008/12/poluio-aqutica.html' title='Poluição Aquática'/><author><name>ETAR</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09916380394082915324</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='02433596491081938070'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2691694887437220388.post-3493556983085399734</id><published>2008-12-01T08:46:00.000-08:00</published><updated>2008-12-01T08:52:57.202-08:00</updated><title type='text'>Carta Europeia da Água</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#6c82b5;"&gt;Proclamada pelo Conselho da Europa em Maio de 1968 &lt;span style="font-size:+0;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#6c82b5;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#6c82b5;"&gt;&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#6c82b5;"&gt;Não há vida sem água. A água é um bem precioso indispensável a todas as actividades humanas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#6c82b5;"&gt;Os recursos hídricos não são inesgotáveis. É necessário preservá-los, controlá-los e, se possível, aumentá-los. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#6c82b5;"&gt;Alterar a qualidade da água é prejudicar a vida do homem e dos outros seres vivos que dela dependem. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#6c82b5;"&gt;A qualidade da água deve ser mantida em níveis adaptados às utilizações e, em especial, satisfazer as exigências da saúde pública. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#6c82b5;"&gt;Quando a água, após ser utilizada, volta ao meio natural, não deve comprometer as utilizações que dela serão feitas posteriormente. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#6c82b5;"&gt;A manutenção de uma cobertura vegetal apropriada, de preferência florestal, é essencial para a conservação dos recursos hídricos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#6c82b5;"&gt;Os recursos hídricos devem ser objecto de um inventário. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#6c82b5;"&gt;A eficiente gestão da água deve ser objecto de planos definidos pelas autoridades competentes. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#6c82b5;"&gt;A salvaguarda da água implica um esforço muito grande de investigação científica, de formação técnica de especialistas e de informação pública. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#6c82b5;"&gt;A água é um património comum cujo valor deve ser reconhecido por todos. Cada um tem o dever de a economizar e de a utilizar com cuidado. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#6c82b5;"&gt;A gestão dos recursos hídricos deve inserir-se no âmbito da bacia hidrográfica natural e não no das fronteiras administrativas e políticas. A água não tem fronteiras. É um bem comum que impõe uma cooperação internacional.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2691694887437220388-3493556983085399734?l=etar-g6.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://etar-g6.blogspot.com/feeds/3493556983085399734/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=2691694887437220388&amp;postID=3493556983085399734' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2691694887437220388/posts/default/3493556983085399734'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2691694887437220388/posts/default/3493556983085399734'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://etar-g6.blogspot.com/2008/12/carta-europeia-da-gua.html' title='Carta Europeia da Água'/><author><name>ETAR</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09916380394082915324</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='02433596491081938070'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2691694887437220388.post-8219742120729171934</id><published>2008-12-01T08:38:00.000-08:00</published><updated>2008-12-01T08:45:56.226-08:00</updated><title type='text'>A água potável pode esgotar !</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#6c82b5;"&gt;Até agora pode nunca ter faltado água na torneira da casa de banho ou da cozinha das nossas casas, mas isso infelizmente pode não acontecer para sempre. A água disponível para consumo humano por ano já não é tanta como antigamente. Já falta em muitos países.&lt;br /&gt;Sabias que muitos meninos em África não têm água em casa para tomar banho e que por vezes chegam mesmo a não ter água para beber. De todos os planetas conhecidos, chove em apenas um: a Terra. Pela distância a que está do Sol, a água apresenta-se em três estados distintos: sólido, líquido e gasoso.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2691694887437220388-8219742120729171934?l=etar-g6.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://etar-g6.blogspot.com/feeds/8219742120729171934/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=2691694887437220388&amp;postID=8219742120729171934' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2691694887437220388/posts/default/8219742120729171934'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2691694887437220388/posts/default/8219742120729171934'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://etar-g6.blogspot.com/2008/12/gua-potvel-pode-esgotar.html' title='A água potável pode esgotar !'/><author><name>ETAR</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09916380394082915324</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='02433596491081938070'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2691694887437220388.post-1582507589367413124</id><published>2008-11-26T07:12:00.000-08:00</published><updated>2008-11-26T07:16:11.429-08:00</updated><title type='text'>A falta de água no mundo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A Organização das Nações Unidas (ONU) há já 30 anos que fala do problema da falta de água potável, ou seja, a água que podes usar. Nos próximos dez anos as pessoas vão precisar de mais água do que aquela que vai estar disponível.&lt;br /&gt;Mas o problema da água não é apenas ela acabar, mas sim a maneira como ela está dividida. Os 9 mil km3 que existem são suficientes para todas as pessoas que vivem na Terra, mas não chegam a todos.&lt;br /&gt;O Salpico explica: existe água para toda a gente, mas não existe água em todos os sítios onde ela é precisa. Um bom exemplo disso é o Brasil, que tem água que nunca mais acaba. Pelo contrário existem mais de 10 países de África, onde a água é cada vez menos.&lt;br /&gt;Temos duas soluções para diminuir a falta de água são: tirar as águas que estão debaixo da terra ou tirar o sal da água do mar para a podermos usar. O problema, é que qualquer uma das soluções são muito caras e complicadas. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2691694887437220388-1582507589367413124?l=etar-g6.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://etar-g6.blogspot.com/feeds/1582507589367413124/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=2691694887437220388&amp;postID=1582507589367413124' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2691694887437220388/posts/default/1582507589367413124'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2691694887437220388/posts/default/1582507589367413124'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://etar-g6.blogspot.com/2008/11/falta-de-gua-no-mundo.html' title='A falta de água no mundo'/><author><name>ETAR</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09916380394082915324</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='02433596491081938070'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2691694887437220388.post-8397043602126410276</id><published>2008-11-26T05:16:00.000-08:00</published><updated>2008-11-26T05:18:04.081-08:00</updated><title type='text'>Contaminação da água</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O crescimento da agricultura e o uso de produtos especiais (por exemplo: pesticidas) é uma das  ameaças à água e às suas reservas debaixo da terra.&lt;br /&gt;Nos Estados Unidos e na Europa, onde a água que é tirada da terra representa uma parte da água que vai para a mesa para depois ser bebida e ingerida, já se chegou à conclusão que esta nem sempre está pura. Isto porque a água que está nas reservas debaixo da terra, por não ter contacto com o oxigénio, não fica absolutamente pura. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2691694887437220388-8397043602126410276?l=etar-g6.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://etar-g6.blogspot.com/feeds/8397043602126410276/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=2691694887437220388&amp;postID=8397043602126410276' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2691694887437220388/posts/default/8397043602126410276'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2691694887437220388/posts/default/8397043602126410276'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://etar-g6.blogspot.com/2008/11/contaminao-da-gua.html' title='Contaminação da água'/><author><name>ETAR</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09916380394082915324</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='02433596491081938070'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2691694887437220388.post-5959089241755527834</id><published>2008-11-26T05:08:00.000-08:00</published><updated>2008-11-26T05:13:28.083-08:00</updated><title type='text'>O que é a água ?</title><content type='html'>De certeza que já bebeste água e já a utilizaste vezes sem conta. Tantas que se calhar nunca pensaste no que é a água.&lt;br /&gt;Mas, afinal qual é a composição deste líquido que dá vida a tudo?&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A água é formada por dois átomos de hidrogénio (H2) e por um átomo de oxigénio (O), formando assim, a molécula H2O. A água é o elemento que deu origem e mantém a vida no planeta Terra. Sem água nenhuma espécie vegetal ou animal, incluindo o homem, pode sobreviver. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2691694887437220388-5959089241755527834?l=etar-g6.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://etar-g6.blogspot.com/feeds/5959089241755527834/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=2691694887437220388&amp;postID=5959089241755527834' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2691694887437220388/posts/default/5959089241755527834'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2691694887437220388/posts/default/5959089241755527834'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://etar-g6.blogspot.com/2008/11/o-que-gua.html' title='&lt;FFFFFF&gt;O que é a água ?'/><author><name>ETAR</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09916380394082915324</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='02433596491081938070'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry></feed>